Um brinde de Canudinho

20 set

margaritastraw3Delicadeza!

Essa é a palavra que resume o filme de hoje. E talvez essa delicadeza se dê ao fato que o filme não tem seu centro sobre a sexualidade da personagem principal, mas sim na evolução e descobertas dela. Aliás, a sexualidade da personagem é uma das coisas que menos importa na trama leve do filme.

Margarita com Canudinho (Margarita with a straw, 2014) é a história de Laila, uma jovem romântica que, por conta de uma paralisia cerebral, possui algumas limitações de mobilidade e de fala. Após uma decepção amorosa, Laila embarca da Índia para Nova York e assim começa sua descoberta sexual e de si mesma.

 

Uma das experiências da personagem principal, interpretada por Kalki Koechlin, é com Khanum, uma jovem cega que ela conhece durante o primeiro mês que está nos EUA. O filme acaba caindo no gênero LGBT da Netflix por conta do envolvimento dessas duas personagens, mas é muito maior do que isso.

A diretora do filme inspirou a história de como pessoas com deficiência exploram sua sexualidade e de como são essas experiências em sua prima, Malini Chib. Você pode ler uma entrevista com a diretora aqui (em inglês).

A delicadeza do filme está na naturalidade da história, da vida dos personagens, do pequeno enredo romântico e na jornada da protagonista com ela mesma.

Indicado para os finais de domingo e para quando você não souber o que assistir.

O filme está disponível na Netflix, o que deixa ele bem mais fácil de achar!! 😉

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Casamento de verdade e o problema com roteiros LGBT

14 set

Nada como a boa e velha comédia romântica sapatão, certo?

Essa é a proposta do filme Casamento de Verdade (Jenny’s Wedding – 2014). Talvez o filme tente ser um pouco mais denso e dramático do que as comédias românticas “tradicionais” ao colocar o problema da aceitação dos pais da protagonista ao fato de ela ser gay. Mas é apenas isso, uma pequena tentativa.

O Casamento de Verdade conta a história de Jenny Farrel, personagem da ex-queridinha de Hollywood: Katherine Heigl, que leva uma vida nem tão abertamente gay, apesar de seu relacionamento de mais de 5 anos. O fato é que Jenny nunca se assumiu para os pais, que vivem uma vida alienada à da filha e estão sempre tentado fazer ela arrumar um namorado.

Em um momento de nervosismo durante uma discussão com a irmã, interpretada por Grace Gummer (se você achar ela fisicamente parecida com a Meryl Streep, você não está enganada! Ela é filha da maior atriz de Hollywood), Jenny deixa escapar que está em um relacionamento. Então, a personagem finalmente decide contar para os pais sobre seu relacionamento com Kitty, interpretada por Alexis Bledel (sim, a Rory!), até então vista pela família como a colega de quarto da filha.

O filme aposta mais nos nomes que possui do que na história dele. Do mesmo escritor de Amigas para Sempre, o Casamento de Verdade flerta com a questão de famílias conservadoras e a relação de filhos homossexuais com elas, mas, na minha opinião, falha miseravelmente em diversos pontos.

A personagem de Katherine parece inadequada em sua orientação sexual e em seu relacionamento com Kitty, que por sua vez se mostra uma personagem fraca e sem personalidade. Fica claro que o filme não vai além da superfície, usando de melodramas baratos para tentar se aprofundar.

Existe uma cena em que a personagem discute com os pais sua vida sexual que ao invés de demonstrar que ela está enfadada com a não-aceitação “repentina” de seus pais, para quem ela saiu do armário há no máximo um mês, acaba sendo uma cena grosseira e sem tato. Mesmo o relacionamento das duas personagens que estão se casando é extremamente desconexo e sem química.

Para mim, esse é o problema com muitos dos roteiros de filmes lésbicos. A gente viu isso em Beijando Jéssica Stein, Flores Raras e até mesmo em Azul é a Cor Mais Quente. Os filmes e seus roteiros pecam na construção da história e das personagens, sendo de muitos extremos com as grandes revelações, aceitação e colocando sempre ou uma grande traição ou o casamento com um homem ou uma vergonha em ser quem é para suas personagens lésbicas.

Tá faltando é sapatão escrevendo esses roteiros no lugar de homens e mulheres heterossexuais que apenas imaginam e fantasiam o que é um relacionamento lésbico e p que é se assumir para a família.

Vale assistir ao filme? A minha opinião é que sempre vale… até para saber do que não se gosta ou ter sua opinião.

Alguns usuários disponibilizaram o filme por completo no YouTube, porém está dublado.

O filme está disponível no TeleCine e também para locação no Youtube e outros serviços e streaming. Vocês também poderão encontrá-lo no Stremio e no Popcorn Time.

Me contem depois o que vocês acharam!!

Beajs!

Jovem Aloucada. A adolescência é uma fase difícil!

11 set

Let’s go girls!

O filme de hoje é bem fácil de ser encontrado, pois está disponível na Netflix e chama-se Jovem Aloucada (Joven y Aloucada – 2012).

O filme chileno é baseado na história real de Daniela (Alicia Rodriguez), jovem que criou o blog “Joven y Alocada” para contar em segredo as suas experiências sexuais e sua jornada de descoberta de seu próprio corpo.

O contraponto da descoberta sexual de Daniela no filme é a sua criação por uma família extremante religiosa. Daniela acaba usando suas aventuras sexuais como uma maneira de fugir da criação restita que tem por parte de sua mãe.

 

A história de Daniela é interessante e sua jornada é contada por ela mesma em um blog onde a personagem descreve todas as suas experiências. Claro que toda essa jornada atrapalhada de auto-conhecimento acaba se voltando contra ela, fazendo a personagem refletir de forma mais racional e menos corporal sobre o que tem feito. Mas isso muda alguma coisa? Se prazer é prazer, como se racionaliza desejo?

O filme parte de uma intenção crua de mostrar diretamente os desejos sexuais de Daniela, ou de quase qualquer adolescente da idade dela, mostrando que o anonimato nos da liberdade de expressar o que realmente desejamos, o que o nosso corpo realmente clama.

Não acho Daniela “aloucada” como coloca o título do filme, mas confesso que ela não é muito brilhante. A descoberta sexual fez parte de todas nós em nossa adolescência e, se querem saber, acho que não acaba nunca. Eu, do alto dos meus quase 31 anos, ainda descubro muitas coisas de um mundo infinito de possibilidades sexuais.

Voltando ao filme,  é uma boa indicação para quem quer ver algo fora da estética americana e com um ritmo bom para manter quem assiste entretido durante o filme todo.

Espero que gostem!

Beajs!

E…. ESTAMOS DE VOLTA!!!

11 set

Olá pessoal!

Voltando às atividades. Eu estava ontem sem internet em casa e não possuo tv a cabo no meu quarto, o que é bem triste para um fim de domingo onde você só quer assistir alguma coisa para distrair e relaxar para começar bem a semana. Foi então a hora de resgatar o antigo HD, desses que tem que ligar até na tomada para fazer funcionar.

Achei lá todos os filmes LGBT que já baixei algum dia. Muitos deles nunca chegaram ao Brasil sequer. E isso me levou ao saudosismo de como eu curtia escrever sobre eles aqui, numa época onde não havia representatividade nenhuma na indústria, séries ou o que quer que seja.

Vou voltar a trazer aqui as minhas opiniões sobre eles e compartilhar com vocês tudo que existe sobre o cinema lésbico. Apenas uma coisa muda.. Eu já tomei algumas notificações por infringir direitos autorais com o blog ao colocar aqui links para download e etc. Então agora, eu vou indicar onde vocês podem encontrar o filme de maneira mais fácil, afinal, são muito mais opções no dia de hoje do que era na época em que o blog começou.

Com os novos posts, vou passar pelo catálogo da Netflix, Telecine, HBO, Stremio e PopcornTime. Os dois últimos serviços são baseados no nosso velho amigo torrent, mas de uma maneira muito mais fácil! 😉

Para quem ainda prefere realizar o download, sempre existe nosso bom e velho manual de como baixar um file via torrent. Apesar de antigo, ainda é bastante funcional!

Peço só um pouco (mais) de paciência para conseguir escrever os posts. Mas não se aflijam muito mais, já estou com 2 em produção!

Obrigada sempre pelo carinho de vocês e por não terem desistido nunca desse bloguinho despretensioso que eu gosto de alimentar as vezes!

Anatomia e outros problemas

30 nov

anatomy-2Hello, hello, hello!!

Como estamos todas?!

Hoje vou falar de um filme curto, mas que pode agradar muitas de vocês!

Disponível no Netflix, o Anatomy of a Love Seen (título não traduzido) é um filme para assistir quando se busca algo rápido e envolvente.

O filme de 2014  mostra um drama complicado que acontece nos bastidores de filmagem, além de retratar o fim de uma história de amor que era pra ser pra vida toda, explorando o amor em sua forma muitas vezes confusa, o filme não tem um ritmo “típico”, podendo parecer lento para quem está acostumado com esses filmes de Hollywood e seu ritmo frenético, mas o filme consegue entreter durante seus 80 min. de duração ao mostrar a história de Zoe (Sharon Hinnendael) e Mal (Jill Evyn).

As duas atrizes se apaixonam exatamente ao mesmo tempo enquanto filmavam uma cena de amor. Zoe é uma atriz em ascensão e seu sucesso começa a deixar Mal, uma viciada em recuperação, com medo. Medo da vida e medo de perder Zoe. Após meses de paixão e um término conturbado as duas tem que voltar ao set para filmar a exata mesma cena, mas sem nudez: Luz, câmera, ação!

 

A ideia do filme é passar os dois lados do término de um relacionamento e é retratada como algo único e especial, tentando imitar a realidade.
Os diálogos do filme foram, em grande parte, improvisados, o que dá ainda mais a sensação de realidade e espontaneidade. As atrizes estão muito bem para esse formato e conseguem traduzir a emoção. Em diversos momentos do filme dá para praticamente sentir a dor das personagens, o que torna o filme mais relacionável.

Não se espante se você se identificar em vários momentos com o sentimento que as personagens estão passando!

Talvez esse seja o aspecto favorito de muitos nesse filme: a realidade de tudo!

As 4 principais atrizes, entre elas a diretora do filme Marina Rice Bader, estão bem e possuem uma química e uma dinâmica em cena que torna o filme mais gostoso de assistir. No entanto, o roteiro é um pouco fraco e não dá uma ideia de fato do que está acontecendo para quem está assistindo.

Apesar da história, ou da falta de história do filme, ele mostra uma ótica diferente sobre a natureza do amor e também que as histórias de amor não precisam ser extensas, adramalhadas e conturbadas.

Até por que, na vida real não temos outra opção a não enfrentar os corações que partimos e partidos.

Como é que um relacionamento não funciona mesmo quando as duas se amam profundamente?
Ação!

O Amor em Vermelho Red

16 jun

SIM! SIIM! SIIIIIIM!!!

Temos uma webserie brasileira de temática lésbica!!!!!

Yasss! Come through!

A primeira temporada de RED estreiou em setembro de 2014 e a série já está na segunda temporada! Não é maravilhoso?

A concepção da série veio das cariocas Germana Belo e Viv Schiller e foi inspirada pelos seriados americanos LGBT como The L Word Orange is the New Black, assim como em outros filmes do gênero. Com direção do Fernando Belo, a webserie é uma produção independente que saiu do papel graças a um financiamento coletivo.

A webserie acompanha a história que acontece entre Mel Béart (Luciana Bollina) e Liz Malmo (Ana Paula Lima), duas atrizes que se conhecem durante as gravações de um curta-metragem e seguem o mesmo caminho de suas personagens, Scarlet e Simone, na vida real, iniciando um envolvimento amoroso muito além da ficção.

Com episódios de 8 minutos, Red tem o propósito de mostrar encontros e desencontros amorosos e principalmente a forma inesperada com a qual eles acontecem, às vezes mudando a direção de nossas vidas, mudando o rumo de nossos planos e pondo em xeque aquilo que acreditamos sobre nós mesmos.

1ª Temporada:

Ep. 1 – Meia Verdade
Ep. 2 – A cor vermelha
Ep. 3 – Revelações I
Ep. 4 – Insônias
Ep. 5 – Bebidas e uma confissão
Ep. 6 – Scarlet
Ep. 7 – Revelações II
Ep. 8 – In Vino Veritas

2ª Temporada:
(Episódios novos geralemente às terças-feiras)

Ep. 1 – Bebidas e uma confissão II

Ep. 2 – Baby, baby

Ep. 3 – Incertezas

 

Muito legal, não?

Bom ver produções brasileiras dedicadas à comunidade LGBT!

Vocês podem se inscrever no Canal Vimeo de Red e acompanhar as novidades e os teasers no Facebook!

Espero que gostem!

Beajs!

Bem Acima das Nuvens

10 jun

Clouds_of_Sils_Maria

Não tenho cara mais para me desculpar com vocês. O blog continua sendo aquele filho favorito, mas tantas coisas acontecem que está difícil mantê-lo atualizado como deveria.

Ainda assim, não desistam dele, por favor!!!

Vamos ao filme de hoje!

O filme do qual quero falar hoje não sei se encaixaria no gênero “lésbico” assim logo de primeira, mas sim indiretamente. Estou falando do filme Acima das Nuvens (Clouds of Sils Maria), de 2014. O filme conta com ninguém menos do que a fantástica Juliette Binoche, conhecida por Chocolate, e a queridinha da comunidade lésbica, Kristen Stewart.

A história do filme gira em torno da atriz Maria Enders, Juliette Binoche, que está em um ponto de sua carreira após aos 40 anos de idade e é convidada para uma releitura da peça de teatro que a tornou famosa quando ela tinha 20 anos. Para entendermos a história de dependência da atriz com sua assistente Valentine, Kristen Stewart, temos que entender também qual foi o primeiro sucesso de sua carreira, a tal peça de teatro.

A peça chamada Maloja Snake foi escrita por um autor que se tornou um grande amigo de Maria Enders. Ná época que interpretou a peça pela primeira vez, Maria (Juliette Binoche) estava no papel de Sigrid, uma jovem sedutora que acaba dominando, conquistando e eventualmente levando sua chefe Helena ao suicídio. Na segunda parte de sua vida, Maria é convidada para viver o outro papel, o da madura Helena, a chefe de empresa que se perde nos jogos de conquistas da jovem Sigrid. Após esse convite, a atriz parte com sua assistente Valentine (Kristen) para ensaiar em uma região remota dos Alpes, a Sils Maria.

Ao aceitar o desafio de interpretar Helena, 20 anos depois da primeira versão da peça, Maria luta com sua própria interpretação e com a imagem que tem das personagens da peça, uma vez que já deu vida à forte Sigrid, que na segunda interpretação é assumida pela jovem estrela de Hollywood com tendência para escândalos, Jo-Ann Ellis (Chloë Grace Moretz), Maria se encontra do outro lado do espelho, face a face com uma mulher ambiguamente encantadora que é, em essência, um reflexo perturbador de si mesma em suas fraquezas.

Mas por que Helena incomoda tanto a atriz Maria Enders?

CLouds of Sils Maria

Maria estuda suas falas e o script da peça com sua assistente pessoal, Valentine (Kristen Stweart) e o relacionamento das duas começa a espelhar e complicar as coisas das mulheres na peça. Ao decorrer do filme, fica claro a ambiguidade das personagens e como, tanto a personagem fictícia Helena quanto a atriz Maria, possuem uma dependência muito grande e extremamente passional em suas assistentes mais novas. É interessante assistir a transformação da madura atriz se descobrir através da personagem que odeia.

Apesar de não ser o que a maioria gosta (um romance extremamente lésbico) o filme prende bem pela atração das personagens. Eu ousaria dizer que Valentine talvez seja o melhor papel de Kristen Stewart até agora e Juliette Binoche está como sempre, fantástica, mas Stewart realmente rouba a cena em alguns momentos com sua personagem sutil e surpreendente.

Vale muito a pena assistir!

Para quem tem NET, o filme está disponível no NOW, mas para quem não conseguir, sempre dá para procurar o filme via torrent seguindo esse tutorial.
Procurem pelo título “Clouds of Sils Maria (2014) 1080p BrRip x264 – YIFY” nos torrents. A legenda está disponível aqui

Espero que gostem!

Beajs

A Curiosidade Mora ao Lado… Bem ao Lado…

10 jul
Ruth Reynolds e Madeline Merritt no The Guest House

The Guest House – Lesboteca

Oi meninas! Tem filme “novo” na área!

O filme The Guest House é um filme de 2012, com as atrizes Ruth Reynolds e Madeline Merritt.

Amy, interpretada por Madeline Merritt, muda-se para a casa de hóspedes do chefe dela e faz amizade com sua filha Rachel, interpretada por Ruth Reynolds. Rachel é um par de olhos grandes e azuis, gótica e com 18 anos a caminho da faculdade, querendo ser cantora/compositora. Amy é um pouco mais velha e ainda tenta encontrar seu propósito no mundo, utilizando sua sexualidade feminina para chegar à frente.

Rachel apaixona-se pela confiante Amy, apesar de, a princípio, não ser claro que alguma das duas seja lésbica ou que o romance chegará a algum lugar.

 

 

A proposta do filme é ser um filme leve sobre primeiras descobertas entre mulheres que se apaixonam. Até ai nada mal, já vimos filmes bons com essa mesma proposta, mas…..

O filme é um filme lésbico adolescente.. Quando eu digo adolescente, quero dizer ADOLESCENTE!

O filme começa com o ritmo lento e promissor no início,  mas no meio do filme, a história perde o fio da meada e você pode adivinhar o final. As cenas lésbicas são sensuais, mas puxam para um lado “porn”.. E não é nem “good porn”.

Como grande parte dos filmes lésbicos, o The Guest House deixa a desejar em termos de roteiro… Mas não para por aí, deixando a desejar também em termos de atuação, fotografia, entre outros.. Parece desde o começo um filme caseiro de baixíssimo orçamento.

Sinceramente, o roteiro parece escrito por um homem hétero e às vezes beira uma conotação de pornô lésbico feito por homens e para homens, ou seja, além de tosco, eles não tem a mínima noção de como seria duas mulheres se conhecendo e muito menos se descobrindo. Não me surpreendi ao ver outros filmes que o escritor e diretor de The Guest House fez, vão todos mais ou menos nessa linha.

O que me espanta é que o filme foi produzido pela Wolfe, uma das maiores produtoras americanas de filmes LGBT, responsável por filmes como Kiss Me, Desert Hearts, And Then Came Lola, Elena Undone, April’s Shower, dentre outros muito superiores!

O filme vale??

Bom, só se você for adolescente e tem que assistir só por conhecimento de filmes lésbicos.

Agora, se você espera um filme bom, não assista. A história é terrível e previsível, a qualidade da produção é triste, para dizer o  mínimo…

Mas, pedido atendido, meninas!

Podem achar o filme buscando por The Guest House 2012 DVDRip Xvid UnKnOwN

Legendas aqui

Até a próxima!

Beajs!

 

WebSeries – Seeking Simone

13 set

E ai, meninas!!

O post de hoje não é filme… Mas calma, não precisam ficar tristes!

Hoje vou falar de webseries, séries exclusivas para web (como diz o nome….rs)

Existem várias webseries lés rolando por ai na internet… Quando eu digo várias, eu quero dizer VÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁRIAS!!!! Mas várias mesmo!!!!!

A que eu vou falar hoje chama Seeking Simone.

Seeking Simone é uma webserie canadense sobre Simone, uma atriz lésbica atrapalhada que acaba de se mudar para Toronto e é persuadida por sua amiga Audrey a entrar para o mundo de online dating.

Simone faz seu cadastro em um site desses tipo “e-harmony” e começa a conversar com as mulheres e marcar encontros para conhecê-las, o que leva às situações mais hilárias (e reais!!!!).

Seeking Simone

Seeking Simone ganhou o prêmio de Inside Out no Toronto LGBT Film Festival de 2012. As expressões faciais da protagonista fazem valer cada minuto!

A série até hoje tem 2 temporadas curtinhas, assim como seus episódios. Cada episódio tem uma média de 8 a 10 minutos e cada temporada tem de 5 a 6 episódios, ou seja, super rápido para assistir.

Infelizmente ainda não se sabe se existirá uma nova temporada por causa de falta de apoio, patrocínio e até mesmo audiência, o que é uma pena. No site da série ainda não temos novidades, mas vamos que a série retorne, por que realmente é um entretenimento rápido e bem legal!

Fiz uma playlist no YouTube com todos os episódios até agora.

Espero que gostem!!

Beajs

A Incrível Aventura de Duas Garotas Apaixonadas

15 ago

itao2gilHey girls!!!

Meninas, sei que estão esperando filmes novos, mas ainda não tive tempo hábil para assistir os últimos lançamentos…  😦

Enquanto isso, posso falar dos filmes mais antigos menos conhecidos, o que acham?? Rs

O filme de hoje tem como uma das protagonistas ninguém mais ninguém menos que a nossa querida Tina Kennard.

Sim, Laurel Holloman, na época com 24 anos, 9 anos  antes de seu papel como Tina!

Além de Lauren, só a Leisha Hailey já fez filme também com a temática lés. O filme da Leisha chama All Over Me, mas isso é assunto para outro post..

Voltando ao filme de hoje, a história é, mais uma vez, sobre um amor de adolescência.

O The Incredibly True Adventures of Two Girls in Love, ou A Verdadeiramente Incrível Aventura de Duas Garotas Apaixonadas ( tradução livre) de 1995, conta a história de uma adolescente solitária, Randy (Lauren Holloman) que está num ciclo vicioso de uma busca desesperada por uma mulher casada. As coisas começas a mudar para Randy quando ela conhece Evie (Nicole Ari Parker). Evie é uma adolescente de um universo diferente do de Randy. Evie vem de uma família rica e tem uma perspectiva de futuro. As duas adolescentes começam a se relacionar e, como em outros romances Lés dos anos 90, vão em uma busca de entender o que está acontecendo e quem realmente são, além de terem que lidar com as dificuldades de um novo relacionamento.

 

O filme é bom pra passar o tempo e conhecer um pouco de um trabalho de Lauren anterior a The L Word. Como nos outros romances adolescentes, têm um roteiro um pouco lúdico, mas isso não desmerece a história.

 

Dá pra assistir online aqui:

 

Espero que gostem!!

Beajs